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Mais de 70 mil vacinados na Paraíba não voltaram para a segunda dose

Governo estadual fez apelo público para que quem tomou a primeira dose da CoronaVac até 5 de março procurasse os postos. O intervalo recomendado entre as doses era de 28 dias.

Redação Enfoco• •atualizado em 15 de setembro de 2026
Mais de 70 mil vacinados na Paraíba não voltaram para a segunda dose
Foto Prefeitura de Pelotas, Public domain, via Wikimedia Commons

Esta página faz parte do arquivo do Enfoco Notícias. O registro original é de 2 de abril de 2021 e o texto foi reescrito e reapurado pela redação em 15 de setembro de 2026.

Mais de 70 mil paraibanos que receberam a primeira dose da CoronaVac não retornaram aos postos para tomar a segunda, segundo alerta feito pelo governo do estado em abril de 2021. O intervalo recomendado entre as duas aplicações era de 28 dias.

O governador João Azevêdo usou as redes sociais para cobrar o retorno dessas pessoas. "Mais de 70 mil pessoas em toda a Paraíba, que receberam a primeira dose da CoronaVac, ainda não procuraram os postos de vacinação para tomar a segunda dose. Essa dose é fundamental para garantir a imunização", escreveu.

O apelo e a busca ativa

O governo pediu que todos os vacinados até 5 de março procurassem os postos e orientou os municípios a fazerem busca ativa dos faltantes, estratégia que consiste em localizar e convocar quem consta no cadastro de vacinação e não compareceu.

"Renovamos o apelo para todos que foram vacinados até 5 de março, retornem aos postos para receber a segunda dose e garantir que estarão livres do risco de ser mais uma vida que perdemos para essa doença terrível", completou o governador.

Por que a segunda dose importava

A CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, era a vacina mais aplicada no estado naquele momento. O esquema previsto para o imunizante era de duas doses, e a proteção esperada só se completava depois da segunda aplicação.

O abandono do esquema vacinal entre a primeira e a segunda dose foi um problema registrado em diferentes estados naquele ano, atribuído a fatores como desinformação, dificuldade de deslocamento e confusão sobre a data de retorno.

Fonte: Governo da Paraíba

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